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Eleição ainda não mexe com eleitor, mas partidos esperam a grana do fundo eleitoral e começam a procurar vices

Pouca movimentação nas ruas. A disputa pela Prefeitura da Capital ainda não faz parte das conversas diárias, porque, para o eleitor, ela ainda está fria, nem perto de ficar morna. Mas, da porta para dentro, as negociações fervilham nos partidos políticos. Dois temas agora estão na pauta. O mais importante deles, é claro, chama-se grana. Apesar de já liberada pela Justiça Eleitoral, a verba de mais de 200 milhões de reais do Fundo Eleitoral para a disputa municipal em Rondônia ainda não pode ser utilizada. Só poderá depois das convenções, quando os registros dos candidatos forem autorizados pelos TRE e quando a campanha iniciar oficialmente, em agosto, ou seja, cerca de 45 dias antes da votação de 6 de outubro. O outro tema é importante para a composição política, mas ainda está longe de se definir. A escolha dos vices para as principais candidaturas está na pauta, mas nada fechado ainda. No caso da candidata Mariana Carvalho, por enquanto apontada como líder nas pesquisas, o que se ouve nos bastidores é que estaria havendo um impasse. Ela e seu grupo, liderado pelo irmão, o deputado federal Mauricio Carvalho, estariam tentando cooptar um nome do PL para vice, unindo forças dos dois maiores partidos, até porque são os que receberão maiores recursos do Fundo Eleitoral. Juntos, algo em torno de 40 milhões de reais. O problema deles estaria na posição do comando do União Brasil, que estaria optando por chapa puro-sangue. Qual a dificuldade? O União Brasil não estaria querendo conversa com o PL, comandado pelo arqui-adversário do grupo palaciano, o senador Marcos Rogério. A ordem seria: nenhuma aliança que envolva Marcos Rogério. Claro que ninguém confirma oficialmente, mas o assunto é tratado como a mais pura verdade nos meios da nossa política.

Quem seria o vice de Euma Tourinho? O MDB deu a ela carta branca e há sim conversas, mas até agora sem que o martelo seja batido. Um dos nomes cotados seria o do vereador Alex Palitot, mas não se sabe se há alguma realidade nesta tentativa. No caso de Léo Moraes, ele ainda está na fase inicial para a montagem da sua campanha. Tem conversado com várias lideranças, mas não há nada definido ainda. Marcelo Cruz tem várias opções. Seu vice poderá vir de um dos quatro partidos que o apoiam, mas pode também ser uma surpresa. O assunto é tratado como extremamente sigiloso. Segredo total, ainda, se tem em relação ao nome das esquerdas. O PT anunciou Fátima Cleide, mas ficou nisso. O PSB quer Vinícius Miguel, mas até agora, zero novidades. No caso dos demais nomes (do PP, do PDT, do Solidariedade), os candidatos ainda não conseguiram avançar muito. Fazem muitas reuniões e usam as redes sociais, mas pouco mais que isso. Não é certo que todas as candidaturas serão mantidas.

FUNDO ELEITORAL VAI ENTREGAR EM RONDÔNIA CERCA DE 20 MILHÕES DE REAIS PARA OS MAIORES PARTIDOS QUE TENHAM CANDIDATOS A PREFEITO

Sobre o valor de cada partido na divisão do bolo do Fundo Eleitoral, cerca de 200 milhões de reais só para Rondônia, os maiores partidos receberão algo em torno de 20 milhões de reais para a campanha em todo o Estado. Só para a Capital, a grana pode bater em algo parecido com a metade dessa verba, ou seja, na casa de 10 milhões de reais, segundo uma fonte que conhece o contexto da repartição dos recursos. Mas o valor total só é garantido para a sigla que tiver candidato majoritário. Ou seja, neste momento, apenas o União Brasil, de Mariana Carvalho, receberia 100 por cento do recurso destinado à disputa na maior cidade e Porto Velho. Os outros dois partidos, PL e PT, que têm o direito de receber mais ou menos o mesmo valor, só teriam o benefício total caso confirmem nomes próprios para a corrida à Prefeitura. Os valores totais a serem divididos por todos os partidos (os nanicos e os que não têm candidatura majoritária) batem 200 milhões, conforme uma fonte a que este blog teve acesso. Partidos grandes podem receber algo em torno de 15 milhões de reais para a campanha eleitoral em todo o Estado. O caso se adapta aos valores que devem ser liberados para o MDB. O dinheiro, na Capital, vindo do Fundo Eleitoral para o partido, chegará também com o total liberado para a campanha, ao menos em Porto Velho, onde o partido tem Euma Tourinho como candidata confirmada.

A 636 DIAS DA ELEIÇÃO, CORRIDA PELAS DUAS CADEIRAS AO SENADO JÁ TEM ALGUNS DOS NOMES MAIS QUENTES DA POLÍTICA RONDONIENSE

Faltam 21 meses e alguns dias, mas o assunto já mexe com o mundo da política desde agora. Como ainda não se sabe quem serão realmente os candidatos ao Governo, é na disputa pelas duas cadeiras ao Senado que se concentram as possibilidades mais concretas em termos de nomes. E eles não faltam. Cada vez mais, surgem novos pretendentes. A última atração vem do PP de Ivo Cassol, que trouxe Silvia Cristina do PL com a promessa de que ela será candidata do partido ao Senado. O governador Marcos Rocha obviamente é uma candidatura certa e um dos nomes quentíssimos para a disputa, assim como seu principal adversário aqui no Estado, o atual senador Marcos Rogério. Caso Confúcio Moura não concorra a mais um mandato, o que é bastante provável, o MDB deve vir com um dos seus mais destacados nomes: Lúcio Mosquini, em seu quarto mandato como deputado federal. Acir Gurgacz, uma das principais lideranças do Estado, depende ainda da minirreforma eleitoral para confirmar que entra na corrida. Hildon Chaves quer o Governo, mas pode mudar de planos e ir ao Senado, caso Ivo Cassol possa ser candidato ao Palácio Rio Madeira/CPA. Nessa relação, nunca se pode esquecer de Jesualdo Pires, o ex-deputado e duas vezes Prefeito de Ji-Paraná, que continua com prestígio político em alta. Mas, é claro, vem mais gente por aí. A 636 dias da eleição, a disputa das duas cadeiras ao Senado já mexe com a política rondoniense.

EM DEFESA DA VIDA, GALLO VAI AO SENADO E AO STF CONDENAR A FORMA CRUEL DE MATAR FETOS NA BARRIGA DAS MÃES

Há que se destacar a atuação do médico rondoniense Hiran Gallo, presidente do Conselho Federal de Medicina, em defesa da vida e dos nossos bebês. Com experiência de 40 anos na Medicina, hoje comandando uma entidade com meio milhão de associados e que é responsável por mais de 25 mil fiscalizações em hospitais país afora todos os anos, Hiran fez um discurso profundo e recheado de informações técnicas, mas com muitos tons de humanismo, ao falar sobre assistolia fetal, um método cruel de assassinar bebês ainda na barriga da mãe, inclusive os já totalmente formados, com 22 semanas de gestação. O pronunciamento foi feito em sessão da comissão de Saúde do Senado, nesta semana. Impressionou os senadores ao explicar, em detalhes, questões como a crueldade do uso da assistolia fetal com uma injeção no coração do feto, para matá-lo. Relatou ainda que “numa gestação de 22 semanas, a mulher já carrega um ser humano formado, com viabilidade de vida fora do útero. Ou seja, o sistema nervoso, o cérebro, já funcionam”. Na longa explanação, Gallo explicou detalhadamente as posições do CFM e deixou claro que elas não são contra o aborto legal, mas sim contra a forma cruel como ele é feito. Dois dias depois, o presidente do CFM se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que em decisão liminar derrubou Resolução do CFM que proíbe a assistolia fetal. No encontro, foram discutidos aspectos legais, técnicos e éticos da norma, que teve sua vigência suspensa pelo STF.

DINHEIRO PARA A SAÚDE TEM, MAS PREFEITURA DE SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ NÃO USA, DENUNCIA ISMAEL CRISPIN

O deputado estadual Ismael Crispin não poupou críticas à administração do prefeito Cornélio de Carvalho, de São Miguel do Guaporé, que não estaria utilizando recursos já liberados e que deveriam ser aplicados na saúde pública. Crispin revelou que, desde março, 300 mil reais destinados a exames de ressonância magnética e tomografia, estão parados na Secretaria de Saúde devido à falta de ação da Prefeitura. “Desde o mês de março, precisamente no dia 14, nós estamos com o recurso autorizado pelo Governo, esperando a Prefeitura de São Miguel se manifestar e dizer, ‘olha, isso aí nos interessa, o nosso povo precisa!’”, lamentou o deputado. Crispin relatou casos de moradores que aguardam por meses para realizar exames essenciais. Ele contou a história de um morador, desempregado, precisando de uma ressonância magnética para tratar um problema de saúde, mas que não tem condições financeiras para arcar com o custo do exame. “Quem tem dinheiro, vai lá e paga. Mas para quem está desempregado, como faz para pagar?”, questionou Crispin. Durante a entrevista, o deputado Crispin relatou casos de moradores que aguardam por meses para realizar exames essenciais. “Quem tem dinheiro, vai lá e paga. Mas para quem está desempregado, como faz para pagar?”, questionou Crispin. O deputado ressaltou que a situação não se limita a exames, mas também inclui cirurgias de catarata, que são extremamente necessárias para muitos moradores. Ele lamentou que a inércia da Prefeitura impede que recursos fundamentais sejam utilizados para melhorar a vida da população. “Nós estamos também com um recurso de 200 mil reais para cirurgias de catarata parados desde o mês de março. Essa notícia é muito ruim. Porque parece que quem está gerindo o município não gosta do nosso povo. Não quer resolver”, criticou.

NOTA DA REDAÇÃO

Todas as informações relacionadas com uma eventual negociação para a compra do Hospital das Clínicas pelo Estado partiram do secretário Jeferson Rocha. O governador Marcos Rocha, chefe dele, jamais se pronunciou, opinou ou comentou o assunto. Com a coincidência do mesmo sobrenome (mesmo sem nenhum parentesco), poderia transparecer que o Rocha da notícia tivesse algo a ver com o Governador, mas isso jamais aconteceu. (A Redação)

CAERD: O GRANDE PERIGO DE UMA SECA HISTÓRICA E O MILAGRE QUE COMEÇA A TORNAR UMA EMPRESA ANTES QUEBRADA EM ENXUTA E VIÁVEL

Há notícias ruins, sim, mas também existem as que são muito boas, quando se trata da Caerd, a empresa de economia mista responsável pelo tratamento e distribuição de água na Capital e em várias cidades de Rondônia. Neste momento, as coisas piores estão da porta para fora. Com a previsão de uma das maiores secas dos últimos anos, com o rio Madeira baixando já, neste momento, muito mais do que o esperado e com o crescimento do consumo de água, por causa do calor, há sim um risco iminente de problemas no abastecimento. Se o consumidor não economizar água, vamos ter problemas sérios pela frente. Internamente, contudo, as notícias vindas da Caerd são bastante positivas, depois de anos de má gestão, apadrinhamentos políticos e uma dívida impagável de quase 1 bilhão de reais. Hoje a situação é outra, conforme o diretor-técnico da empresa, Lauro Fernandes, que participou, nesta sexta-feira, do programa Papo de Redação, com os Dinossauros do Rádio, na Parecis FM. Além de um grande pacote de obras que estão sendo realizadas na Capital; no aumento previsto para breve da captação e distribuição de água e de vários outros avanços, pela primeira vez a Caerd está faturando mais do que gasta. Os fornecedores voltaram; as contas estão sendo pagas em dia; a empresa está enxuta e há negociação com o governo federal para diminuir significativamente a dívida antiga da empresa. Enfim, a Caerd se torna uma empresa viável. “Graças às decisões do governador Marcos Rocha e à preocupação da diretoria da Caerd de torná-la rentável”, destacou Fernandes. Sempre se disse que só um milagre salvaria a Caerd. Será que o milagre está acontecendo?

NÃO ERA FILME AMERICANO. ERA TIROTEIO DE VERDADE, NUM DOS BAIRROS MAIS POPULOSOS DA CAPITAL, COM CINCO BANDIDOS PRESOS

Não fosse o pânico e o medo real que tomaram conta de moradores e pessoas que assistiram às cenas, parecia uma daquelas filmagens de séries policiais americanas violentas. Mas aconteceu em Porto Velho, na madrugada de sexta-feira, no bairro Nova Porto Velho, recheado de residências de classe média alta e de luxo, na Capital. Cinco bandidos, armados, começaram a realizar assaltos na região. Usavam um carro roubado e baixaram o terror, como se diz na linguagem marginal dos criminosos. Não contavam, contudo, que a nossa Polícia Militar (considerada uma das melhores do país) tivesse sido acionada. Em poucos minutos, os bandidos foram alcançados. Claro que não se entregaram, achando que venceriam uma troca de tiros com policiais corajosos e experientes. Não deu outra: três dos assaltantes foram baleados e hospitalizados. Não há notícia sobre a gravidade dos ferimentos. Dois deles foram presos em flagrante. A história é a mesma de sempre: a polícia vai às ruas, proteger a sociedade, muitas vezes tendo policiais mortos covardemente, e fica por isso. Mas quando são facínoras os baleados, há todo um processo que, pelas leis anti-sociedade e pró-bandidos que temos, pode transformar o policial em réu. Tomara que isso não ocorra por aqui e todos estes criminosos sejam presos e apodreçam na cadeia. Mas é sempre ficar com um pé atrás…

LULA DIZ QUE É CONTRA JOGOS DE AZAR, MAS DIZ QUE NÃO VETARIA LEI DA VOLTA DELES E DOS CASSINOS

“Eu não sou a favor dos jogos de azar, mas também não acho que isso seja crime”. A frase do presidente Lula deixa claro que, se o Congresso aprovar, ele não teria intenção de vetar a lei que permite a volta dos cassinos e dos jogos de azar, incluindo aí a legalização do Jogo do Bicho. O Presidente se diz pessoalmente contra os jogos de azar, que já foi apostador, mas não acredita, como dizem membros da bancada evangélica e os que são contra a volta dos cassinos, que eles atrairão pobres que apostarão tudo o que têm. “Os pobres não irão aos cassinos, se forem liberados, porque, segundo ele, isso é coisa pra gente que tem dinheiro”. Na conversa, Lula deixou claro que se o assunto chegar às suas mãos, depois de passar pelo Congresso, ele não usará seu poder de veto. Os cassinos e os jogos de azar estão proibidos no Brasil desde 1946, quando o governo do então presidente Eurico Gaspar Dutra, filho de um ex-combatente da Guerra do Paraguai, chegou ao poder pelo conservadorismo. Atendeu a maioria da sociedade, que considerava os cassinos locais de prostituição, drogas e onde os pobres perdiam seu parco dinheiro. Nestes quase 80 anos, houve várias tentativas de volta dos cassinos, mas elas nunca se concretizaram. Agora, estão a um passo de mudar a História. Ainda mais que a previsão inicial de arrecadação de impostos com cassinos e jogos de azar, inicialmente, será na faixa de 22 bilhões de reais num ano, podendo saltar depois para mais de 40 bilhões de reais. Agora vai!

UM DOS PROGRAMAS DE MAIOR SUCESSO DA AÇÃO SOCIAL DO GOVERNO, PRATO FÁCIL CHEGA A TRÊS MILHÕES DE REFEIÇÕES SERVIDAS

Sempre tem os céticos, os que torcem o nariz, os que, de longe, criticam sem ao menos esperar os resultados. Quando a primeira-dama e secretária de Ação Social Luana Rocha anunciou o programa Prato Fácil, para dar refeições a um custo mínimo a milhares de famílias, houve sim o tradicional descrédito. Não há mais. Criado em maio de 2021, ou seja, há três anos, o projeto alcançou, nesta semana, o número de três milhões de refeições servidas ao custo de 2 reais (o restante do valor nos restaurantes credenciados é pago pelo Estado). A comemoração, com toda a justiça, foi grande pelos lados palacianos. Luana se emocionou ao destacar a importância social do Prato Fácil, que, segundo ela, deixa clara a relevância de uma ação que garante a dignidade e o direito à alimentação de milhares e milhares de pessoas. O governador Marcos Rocha reforçou que o Prato Fácil é um dos mais importantes programas socioassistenciais, porque atende diretamente pessoas com vulnerabilidade. “O Prato Fácil atende a uma das maiores necessidades do ser humano, que é alimentar-se bem. Outro fator importante é que a refeição é adquirida a um preço acessível”, argumentou, reforçando que “o Governo de Rondônia está se dedicando a realizar assistência social de verdade”. Não há como negar que a ação social do Governo, aliás, sob o comando de Luana Rocha, atingiu um novo patamar, com uma sucessão de programas que estão ao lado dos que mais precisam.

PERGUNTINHA

São 228 milhões da Loteria Milionária. Outros 220 milhões da Quina de São João. Mais ainda: 84 milhões da Mega Sena. Outros 60 milhões de várias outras loterias. Será que destes quase 600 milhões de reais, algum rondoniense vai encerrar o domingo com parte dessa grana toda no bolso ou ela irá toda para os Estados do centro e sul do país, como acontece na grande maioria das vezes?

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